quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Têm apenas borboletas....
Quando conheço alguém, fico me perguntando quais são os segredos que aquela pessoa leva consigo, não consigo ver as coisas como elas são, sempre tem algo a mais, e o “mais” é que me interessa, que poderia me dizer alguma coisa mais concreta, talvez possa se chamar isso de perda da inocência, ingenuidade, que seja, nada é como parece ser. Leva-se tempo e muita persistência até conseguir arrancar alguma coisa mais certa de alguém, ou talvez nunca se consiga. O básico é fácil, encontro você por ai pergunto o que “tu” faz durante a semana, e basicamente tiro minhas conclusões, mas e todo o resto que a pessoa viveu? Todas as situações que fizeram “ela” ser o que é hoje, como vou saber? Se realmente ela é casada e tem 2 filhos? Ou ela é casada, tem um caso com o vizinho, ama o primeiro namorado, e todo aquele sorriso é uma fachada para um coração despedaçado?
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Segunda parte.
Não da mais pra fugir do passado.
...Era tudo festa, não tinha muitos sentimentos além da exaltação de estar onde queria. É ai que o destino me prega uma peça. Pausa para um fato importante, um dia antes dessa festa, estava viajando na internet quando acho o perfil da P, primeira impressão foi de achar ela linda, com o sorriso mais bonito que já tinha visto. Futriquei em todo o perfil, e suguei todas as poucas nformações que o orkut pode oferecer sobre alguém. Fiquei tentando imaginar por onde aquela desconhecida encantadora andava, como era o jeito de falar, de se expressar. Hesitei em deixar um recado, o que me parecia desnecessário, sem chances de virar uma boa conversa, e quem sabe um encontro. Nunca fui chegada em conhecer pessoas pela internet. Voltando para festa, estava mais feliz que “pinto em galinheiro”. Até que avisto uma guria de cabelo curtinho vermelho, regata branca, calça larguinha preta, e aquele sorriso. É, era a tal desconhecida que havia achado por acaso na internet, e que a possibilidade de encontrá-la numa festa, era mínima. Preciso dizer que parei naquele momento? Que as pessoas na minha volta viraram um borrão? Que eu não descansei até ficar com ela?
De alguma forma, sabia que teria alguma coisa com ela, que namoraria, que teria aquele sorriso de café da manhã, janta. Foi a primeira guria que eu posso dizer que amei, amei mais que a mim mesmo. E assim se começou a nossa história...(continua)
Não sei porque te quero assim
Você de mim faz o que quer
Às vezes juro que é a fim
E outras que não é
Já tentei por vezes te esquecer
E outra boca quis beijar
Eu te evito
Mas quero te ver
Dá raiva de te amar
Te amo muito meu amor.
sábado, 12 de setembro de 2009
Bagunça.
Perdi o 09/09/09. Não vi nada mudar, nem um sinal de paz aproximar, muito menos um ato de caridade a mais.
Pretendia encerrar uma parte do blog. Pensei que o passado já não convinha com o que vivo hoje. A busca incessante por outros mundos virou uma seleta lista de pessoas que acrescentam algo, ou afinidades. Todos os antigos relacionamentos, diante do tempo se reduziram ao sentimento de carinho, me remetem no máximo bons aprendizados. Enfim, pensei estar livre do passado, digno de um novo recomeçar.
Mas ela resolveu voltar. O meu maior pesadelo voltou... Como recomeçar agora?
Why, why does fate make us suffer
There's a curse between us, between me and you
| Be running up that road |
|
| Be running up that hill |
|
| With no problems |
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Um livro
Para fechar o dia com chave de ouro, ganhei ontem não só a companhia de um grande amigo, como também um dos melhores presentes do ano. O livro: Akhenaton, A Revolução Espiritual do Antigo Egito. Este livro não foi só um presente de aniversário, foi destinado a mim, com certeza pelas mãos certas.
“A importância de possuir um coração “leve como uma pluma” edificou na consciência do povo egípcio o dever de respeitar seus semelhantes e ser justo em todas as suas ações.” (Trecho retirado de akhenaton)
Recomendo.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Dualismo, ou dualidade foi uma doutrina estabelecida por René Descartes, e Christian von Wolff quem primeiro utilizou o conceito em sua concepção moderna, segundo o qual "é o sistema filosófico ou doutrina que admite, como explicação primeira do mundo e da vida, a existência de dois princípios, de duas substâncias ou duas realidades irredutíveis entre si, inconciliáveis, incapazes de síntese final ou de recíproca subordinação." (wikipédia)
Manual II
Esperei tranquilamente como se fosse ver alguém conhecido. Avistei-a vindo e quanto mais se aproximava, mais a tranqüilidade me deixava, meu coração disparava. Numa mistura de nervosismo não planejado com surpresa, só consegui dar um abraço e dizer “que prazer em te conhecer”. Que vergonha meu deus, remendei com “conhecer, pessoalmente”. Nesse momento não se encontrava mais um pingo de autoconfiança, as palavras fugiram, os olhos vagavam entre as outras pessoas de medo de encará-la. Ela é linda, dos pés a cabeça, seu rosto possui traços maduros e ao mesmo tempo tão serenos, seus olhos transmitem bondade, confiança. A vontade era de mandar o manual pra “pqp”. Quem sabe possa quebrar uma regra, feita por mim mesma? Tudo que tinha certeza absoluta, viraram dúvidas, dúvidas...
Segunda regra: Nunca, nunca mesmo, se apegue.
(continua)